10/05/2017 - Notícias CNPC

São Paulo tem alcançado índices significativos na vacinação contra aftosa

Primeira etapa deste ano já foi iniciada e segue até 31 de maio.

O secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo (SAA, São Paulo/SP), Arnaldo Jardim, declarou que a cada etapa da campanha (maio e novembro) o Estado tem alcançado índices significativos, “afastando o fantasma da febre aftosa, o que é muito importante para a sanidade do rebanho bovino”.

A primeira etapa visa a imunização de bovídeos (bovinos e bubalinos) com idade de zero a 24 meses contra a febre aftosa no Estado de São Paulo. Ele fez esta declaração em Sertãozinho, na última sexta-feira (05), quando vacinou um bovídeo na Unidade de Bovinos de Corte, do Instituto de Zootecnia (IZ).

No total, 4,7 milhões de bovídeos de zero a 24 meses devem ser vacinados até 31 de maio. Fernando Gomes Buchala destaca que além do contingente de 11 milhões de cabeças do rebanho paulista, São Paulo recebe, por ano, mais de dois milhões de animais vindos de outros Estados, para abate ou para terminação. “São de nossos frigoríficos que exportamos carne para ao Brasil e para mais de 160 países”, ressalta.

Acompanhado do titular da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), Fernando Gomes Buchala, Jardim apontou que “a secretaria tem discutido para caminhar no sentido de em breve credenciar o Estado como zona livre de aftosa sem vacinação”.

O coordenador lembra que o Estado está há 21 anos sem registro da doença, o que mostra um esforço e a conscientização dos produtores, do setor e do governo para almejar novas conquistas. “Até 2021, fazermos a retirada gradativa da vacinação para que possamos conseguir junto à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) o reconhecimento de Estado livre da febre aftosa sem vacinação. Com esse novo reconhecimento, poderemos ampliar o número de países que compram a carne de São Paulo, além de agregar valor ao nosso produto”, justifica Buchala.

Fonte: SAA, adaptado pela equipe feed&food.

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