27/11/2018 - Notícias CNPC

Seis novos adidos agrícolas assumem postos no exterior até o fim do ano

Bruxelas será contemplada com mais um profissional e os demais estão designados para Colômbia, Canadá, Marrocos, Egito e Indonésia.

Mais seis novos adidos agrícolas foram designados para dialogar e defender interesses do Brasil no exterior. Na edição do Diário Oficial da União desta sexta-feira (23), o presidente Michel Temer e o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, assinaram as nomeações.

Os adidos agrícolas brasileiros são escolhidos por meio de processo seletivo de base técnica, demostrando o compromisso da instituição com os valores da meritocracia no serviço público, de acordo com Odilson Ribeiro e Silva, secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

O Mapa já contava com 14 profissionais atuando no exterior. O mandato do adido é de dois anos, passível de renovação por mais dois.

Para ocupar o cargo de adido junto à União Européia, em Bruxelas, foi designado Guilherme Costa, reforçando a atuação brasileira junto ao atual adido Márcio Rezende. Na Colômbia, em Bogotá, irá atuar Marcus Vinicius Segurado Coelho; no Canadá, em Ottawa, a representante será Luciana Pimenta Ambrozevicius; no Reino do Marrocos, em Rabat, irá atuar Nilson César Castanheira Guimarães. Na República do Egito, no Cairo, o adido será Cesar Simas Teles, e, na República da Indonésia, em Jacarta, o cargo será ocupado por Gustavo Bracale.

Os novos adidos irão a São Paulo na próxima semana, de 26 a 30, para visitas ao Porto de Santos e para encontros com representantes de entidades do setor privado. A partir disso, os novos adidos começam o processo de desligamento de suas funções no Brasil e a mudança para os seus respectivos postos.

Os adidos são profissionais capazes de antecipar-se às mudanças constantes nas exigências dos países importadores de produtos agrícolas e de responder, de forma rápida e tecnicamente consistente, aos vários questionamentos feitos pelos parceiros comerciais do Brasil, explicou Odilson Ribeiro e Silva.

Entre os principais temas tratados, destacam-se negociações envolvendo restrições comerciais, sanitárias e fitossanitárias. Produtos agrícolas enfrentam restrições desse tipo em todo o mundo, independentemente de sua origem. A presença de um profissional especializado representando a agricultura brasileira junto aos principais mercados compradores permite esclarecimentos e trocas de informações técnicas constantes.

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